quinta-feira, 8 de setembro de 2011

"Crescei e Multiplicai-vos"

FAMÍLIA DE 11 FILHOS
SUSCITA ADMIRAÇÃO, SIMPATIA E ESPANTO NOS EUA

Retirado do site do IPCO 
www.ipco.org.br



A família de Larry e Jen Kilmer com seus onze filhos atraiu uma onda de simpatia quando o esquerdizante diário “The Washington Post” lhe consagrou uma página entre incrédulo, escandalizado e estupefato.

Quando o censo diz que há menos de uma criança por lar nos EUA, a família Kilmer parece uma anomalia inimaginável e ingovernável.

Larry, o pai, é professor e Jen, a mãe, é dona de casa. Porém, a despeito de anos de ingentes tarefas para manter os filhos, eles ostentam grande alegria.

“Ri-se muito em casa”, diz Jen, e os jogos começam em instantes. “Poucas famílias podem dizer o mesmo”, acrescenta.

O lar dos Kilmer não é rico, mas bem arrumado, as camas sempre feitas, as roupas nos armários e as crianças ajudando nas tarefas caseiras.

“As pessoas sempre perguntam: ‘como é que você arranja tempo para você mesma?’ – Mas, quando você se dá conta de que há algo na vida que vale mais do que ‘viver para você mesma’ [...] você acredita que esse ‘tempo para si próprio’ está exageradamente supervalorizado”.

Larry e Jen se conheceram em 1994, quando trabalhavam num colégio católico. Jen sempre desejou ter muitos filhos e Larry não tinha idéias preconcebidas. Os dois concordaram em aceitar os filhos que Deus quissesse enviar.

O dia de Jen começa às 5 da manhã. Às 6:30 ela assiste à Missa no santuário católico de São Judas Tadeu, Washington DC, e em seguida Larry leva os filhos mais velhos para a escola.

Os menores ficam em casa ajudando Jen na limpeza da casa, fazendo os leitos, pondo a roupa para lavar.As crianças estão de volta às 15:00 h, tomam um lanche e começam as tarefas escolares.

A família janta reunida à mesma mesa. E a preparação para dormir começa pelas 19:30, com as crianças tomando banho.
Por volta das 21:00 h todas as crianças estão dormindo. É o primeiro momento de repouso de Jen no dia, após a Missa assistida 14 horas antes.

“Eu aprendi a trabalhar duro, diz ela. Deus estava me preparando”.

As dificuldades econômicas não são pequenas e o ordenado de Larry é mediano. As crianças vão a uma escola católica e a família chega com o justo ao fim do mês.

Porém, o exemplo do casal comove os vizinhos. “Achamos malas com roupa na nossa porta e nem mesmo sabemos de onde vieram”, diz Jen. Jarry acrescenta que eles ganham também móveis, alimentos, brinquedos que nunca pediram.
“Cada ano isso acontece mais e mais”, diz ele. “E a generosidade deles nos leva a sermos generosos com os outros”. Os Kilmers com frequência dão roupas a outras famílias. É uma lição maravilhosa para as crianças, explicam eles.

Uma vez, quando quase toda a família ficou doente, a notícia se espalhou no bairro e, em poucas horas, parentes, amigos, vizinhos e colegas apareceram na porta para cozinhar, limpar e vigiar as crianças.

“Você tem sempre alguém com quem brincar”, diz Michelle, 10, sobre os benefícios de ter muitos irmãozinhos. “Voce nunca está chateada”, explica Cristina, 12. “Quando você tem irmãos da mesma idade, você aprende a fazer amigos”.

Quando cresce o coro dos apelos “mãe!”, Jen permanece calma e carinhosa. É evidente, comenta o jornal laicista, que sua paz de alma vem da fé católica.

“De alguma maneira, Deus sempre providencia”, diz ela frequentemente, “por vias que você nem imagina”. Essa fé inspira também as crianças.

Provavelmente não vão nascer mais crianças por causa da idade do casal. “Mas nós gostaríamos. Aceitaremos todos os que vierem”, diz ela.

O “The Washington Post”, tribuna habitual da revolução antifamiliar, encerrou atônito a reportagem diante de tão bom exemplo de família.
 
É que de fato o lar bem constituído, quando voltado para a Igreja Católica e Deus Nosso Senhor, tem qualquer coisa de inexprimível e atrai as bênçãos e os auxílios divinos. E isso não tem preço.

 

quinta-feira, 21 de julho de 2011

O Ipê

Impressionam-nos as inúmeras árvores com as quais nos deparamos ao caminhar por nossa Itu. Há dezenas delas em nossos bairros e centenas por toda cidade.
Nos dias atuais onde o ritmo nos obriga a tanta pressa, tanto trabalho, tanta praticidade, o tempo é escasso para dar uma parada e contemplar algo que está sob os nossos olhos, mas que não percebemos por culpa dessa agitação quotidiana.
Observando a Praça Alfredo Barbi notamos uma maravilhosa e exuberante árvore, autenticamente tupiniquim, muito comum em nosso Brasil, o Ipê.
Árvore robusta durante o verão, porém com aparência delicada ao sabor do inverno, quando suas folhas cedem espaço a incontáveis flores. A mente contemplativa encontra logo uma analogia interessante: assim comoo homem da “belle époque” vestiu-se bela e suntuosamente, assim o Ipê fica dignificado no inverno com sua requintada roupagem.  E nessa elevação de expressão ambos se nobilitam assemelhando-se mais a Deus. 
Ora, ocorre em nossos dias algo realmente lamentável. Por causa do distanciamento crescente que vai tomando com relação a Deus, ao deparar-se com tão magnífico Ipê, o homem de duas uma: ou olha para a bela árvore com um olhar insípido de um ecologista gnóstico ou, à maneira dos seres sem inteligência, expressa o mais intransigente descaso para com as maravilhas do Criador.
Deus faz-Se valer dessa bela árvore para nos mostrar que existe a beleza na criação, e que o homem, criado à Sua imagem e semelhança, cumpre seu dever para com o Altíssimo contemplando os reflexos dEle nas coisas criadas. Agindo assim, e amando a Deus cada vez mais, o homem desabrocha em si uma beleza maior do que a das coisas da natureza, pois ele foi criado para ser a maior semelhança com Deus existente no universo.
A era histórica que mais viveu da contemplação das belezas de Deus foi a Idade Média, por isso é chamada a doce primavera da Fé.
                Quem contempla o Ipê da Praça Alfredo Barbi presta uma homenagem ao Criador, como quem faz uma oração ou uma meditação.

sexta-feira, 15 de julho de 2011

CRISTOFOBIA.




TOLERÂNCIA, ONDE ESTAIS

Daniel F. S. Martins


“Todas as igrejas que nos condenam serão fechadas”
“Todas as leis que proíbem a atividade homossexual serão revogadas”

Eis duas das várias ameaças proferidas pela revista Gay Community News, em 15/1/1987 (sic!). Parece até que desde então já estavam “cozinhando” projetos de lei do tipo PLC 122, a tal “lei de homofobia”.
Esses e outros pronunciamentos do movimento homossexual mostram como os argumentos sentimentais a favor de “direitos iguais para todos” e “tolerância”  são simples máscaras que envolvem uma sanha persecutória. Isto é, o que almejam é uma sociedade que aceite pura e simplesmente a prática homossexual. E ái dos que se opuserem!
As informações nos foram passadas pelo Sr. Anderson Reis (foto), coordenador do site www.rainhadosapostolos.com, através de um contundente e corajoso discurso que fez em uma de suas viagens pelo Brasil. (assista ao vídeo)
Além de citar vários trechos impressionantes da mencionada revista, o orador mostra que “A audácia dos maus se alimenta da covardia e da omissão dos bons” (Papa Leão XIII), e conclama todos os católicos a defenderem corajosamente a lei de Deus.
Rezemos para que os esforços a favor da sagrada instituição da família se multipliquem por todo País, para que o Brasil não se transforme na Sodoma do séc. XXI.





Orador católico mostra impressionantes ameaças, feitas desde 1987 pelo movimento homossexual contra os que defendem a Lei de Deus. Clique para assistir ao vídeo.

quarta-feira, 22 de junho de 2011

“Amai-vos”: Site “católico” a serviço da sodomia


 Que absurdo!!!  Se entidades católicas como a Arquidiocese do Rio de Janeiro, a CNBB, a ed. Vozes, estão metidas nisso, se padres e bispos estão metidos nisso, apoiando o homossexualismo,  será então que deixaram de ser católicos? estão a nos enganar? pois a doutrina que pregam é outra!

 Sobre site "amai-vos" veja denuncia do IPCO:

“Amai-vos”: Site “católico” a serviço da sodomia

 22, junho, 2011
Guilherme Balthazar
Um jovem leitor de nosso site me enviou um e-mail que abaixo transcrevo – mantendo o texto como ele mesmo escreveu. Retiramos apenas a palavra propagandística pela qual os homossexuais se auto-denominam:
Paz e bem!
Oi, eu fiz aí a parada de assinah para os senadores contra a lei de homofobia, e li tb sobre akele padre ki elogia os [homossexuais] Vo contah uma coisa, vê o email ki eu escrevi pra um site católico i olha ki absurdo o qui eles responderam:



Mensagem encaminhada ———-
De: Amai-vos – Serviços On-line
Data: 9 de junho de 2011 16:44
Assunto: Resposta Amai-vos – Diversidade Sexual
Para: L.H. <@gmail.com>

L.H.,
segue a resposta para sua pergunta no Diversidade Sexual do site Amaivos.

Sua pergunta:
Paz e bem! Tenhu um amigo na escola qui as vezes consigu levah na igreja, ele diz que vai as vezes,so ki ele é [homossexual] assumido. Ki eu fasso pra converte ele a Jesus? Valeu!

Resposta:

09/06/2011 Prezado L.H. Em nossa vida aprendemos, desde que somos criança, que a homossexualidade é uma escolha. Que é algo errado, que não pode ser vivida, pois é pecado. Porém, hoje as ciências nos mostram que a homossexualidade não é uma escolha. A pessoa nasce homossexual e descobre ser homossexual quando é criança, ou quando entra na adolescência, ou mesmo, depois de adulto. A pessoa descobre ser homossexual. Ela não escolhe. Veja bem… Se o seu amigo não assumisse a sua homossexualidade ficaria infeliz porque estaria fingindo ser uma coisa que não é. Ele está procurando ser ele mesmo. 


Na verdade, L., o seu amigo não está pecando por ser homossexual, e não precisa deixar de ser [homossexual] para ser convertido a Jesus. Ele pode ser [hom.] e seguir a Jesus. 

Se você ler na Bíblia o Novo Testamento, verá que Jesus nunca discriminou ninguém. E ele ama o seu amigo [hom.]. 

Você lembra da passagem do centurião Romano? Mt 8, 5-13. Pense nas palavras do centurião: “Senhor, eu não sou digno de que entres sob o meu teto: dize somente uma palavra e meu servo está curado”. 

Já parou para pensar o quanto que aquele centurião amava o seu servo para ir ao encontro de Jesus e pedir para ele curar o seu servo? Que forte ligação afetiva havia entre eles! Pois bem, Xavier Pikasa, que é padre, teólogo, pesquisador da Bíblia, em seus estudos concluiu que ‘o servo e o centurião romano’, provavelmente, eram amantes. 

Quando o ‘centurião’ diz para Jesus não ir a sua casa, é porque ele sabia que os judeus condenariam o fato de Jesus ir à casa de uma pessoa que vivesse com um ‘amante do mesmo sexo’, pois isto não era costume judeu, e era proibido. Entretanto, o evangelista Mateus, nessa passagem, nos mostrou algo importantíssimo. Jesus, em nenhum momento, ‘discriminou’ o centurião. Não censurou, não exigiu que este deixasse o seu amante, nem achou que isto fosse doença ou perversão para curar. 

Na verdade, sobre este assunto nada foi dito. Jesus, como sempre fazia, acolheu o ‘ser humano’ que o procurou. Fez o que ele lhe pediu, e ainda, nesse caso, diante de todos, elogiou a sua fé. Somos nós que não aceitamos e queremos transformá-los em heterossexuais. Não é Jesus! Tudo o que Deus fez é bom! E as pessoas precisam ser do jeito que são. O que Jesus não quer, é que tanto o seu amigo, ou qualquer pessoa, até mesmo você, use a sua sexualidade sem responsabilidade, sem amor. Pense nisso, e veja o quanto será importante mostrar ao seu amigo que Jesus o ama incondicionalmente! Estou a sua disposição para qualquer dúvida que tenha sobre este assunto! Que Deus te ilumine e guie, de modo a viver ‘o amor incondicional de Deus’, que acolhe, respeita e simplesmente ama! Um grande abraço, MCristinaFurtado
Atenciosamente,
 

Diversidade Sexual on-line
Orientador – Diversidade Sexual
AMAI-VOS – Serviços On-line
www.amaivos.com.br

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Bom, fui verificar que site é esse e constatei que entre os responsáveis se encontram padres jesuítas. 


O site tem parceria com diversas entidades como a PUC-RJ, a Associação Cultural da Arquidiocese do Rio de Janeiro, a CNBB, a ed. Vozes, etc (Veja qui).


Parece ser bem ecumênico, com colunistas que vão desde D.Orani Tempesta e D.Eugênio Sales, passando pelos adeptos da Teologia da Libertação Frei Betto e Leonardo Boff, até o pastor Eduardo Pedreira, o rabino Nilton Bonder e o sheikh muçulmano Abdu Osman.

O site tem como missão: “Propagar o amor como valor supremo na sociedade contemporânea, estimulando o diálogo cultural e inter-religioso, e ajudar no combate à pobreza e às desigualdades sociais no Brasil, usando inteligência e tecnologia.”

A seção Diversidade Sexual é coordenada por um jesuíta, Pe.Luís Corrêa Lima.

Confesso que para mim é um tanto difícil e doloroso comentar coisas assim. É bem verdade que sei do progressismo que assola a Santa Igreja, e sei também que Paulo VI afirmou que por alguma fissura entrou a fumaça de satanás no Templo de Deus. Mas, quando nos deparamos com isso, o choque e a perplexidade sempre acaba sendo inevitável…

Por exemplo, a “teóloga” responsável pela resposta a justifica ao nosso leitor citando um padre da Teologia da Libertação que abandonou o sacerdócio em 2003:

“Pense nas palavras do centurião: “Senhor, eu não sou digno de que entres sob o meu teto: dize somente uma palavra e meu servo está curado”. Já parou para pensar o quanto que aquele centurião amava o seu servo para ir ao encontro de Jesus e pedir para ele curar o seu servo? Que forte ligação afetiva havia entre eles! Pois bem, Xavier Pikasa, que é padre, teólogo, pesquisador da Bíblia, em seus estudos concluiu que ‘o servo e o centurião romano’, provavelmente, eram amantes. Quando o ‘centurião’ diz para Jesus não ir a sua casa, é porque ele sabia que os judeus condenariam o fato de Jesus ir à casa de uma pessoa que vivesse com um ‘amante do mesmo sexo’, pois isto não era costume judeu, e era proibido. Entretanto, o evangelista Mateus, nessa passagem, nos mostrou algo importantíssimo. Jesus, em nenhum momento, ‘discriminou’ o centurião. Não censurou, não exigiu que este deixasse o seu amante, nem achou que isto fosse doença ou perversão para curar. Na verdade, sobre este assunto nada foi dito. Jesus, como sempre fazia, acolheu o ‘ser humano’ que o procurou. Fez o que ele lhe pediu, e ainda, nesse caso, diante de todos, elogiou a sua fé. Somos nós que não aceitamos e queremos transformá-los em heterossexuais. Não é Jesus!”


Dentro da teologia e da exegese bíblica não me lembro de tamanho acinte. Nem o livre-exame protestante chegou a tanto! Blasfêmias contra Nosso Senhor Jesus Cristo, afirmando que foi complacente com um pecado abominável, para justificar o pecado do homossexuliasmo!

Será que os dignos prelados que mantém colunas neste site sabem de toda a ideologia homossexual que está por trás disso?
Aliás, coisa curiosa: o lema da parada homossexual em SP este ano tem o mesmo nome do site: Amai-vos uns aos outros.

Amai-vos uns aos outros. Acaso alguém ama o próximo sendo conivente com seu vício e pecado? Afirma a doutrina católica que os que morrem em pecado grave vão para o inferno e que o ato homossexual é sem dúvida pecado grave. Possui verdadeiro amor e caridade cristã quem deixa o próximo persistir no erro cair na condenação eterna?

Nossa Senhora em Fátima nos alertou para essa decadência que viria. 


Peçamos a Ela que proteja a Santa Igreja Católica, o Brasil e o mundo desses novos teólogos e que venha logo o Seu Triunfo, como Ela mesma prometeu aos três pastorzinhos em Portugal.




Fonte: IPCO - Instituto Plinio Corrêa de Oliveira

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Ninguém pode ser mais do que Deus!


A grande maioria dos brasileiros é católica, e a imensa maioria é cristã.

Uma muito pequena minoria de homossexuais, cujo barulho é amplificado pela mídia, recebe o apoio de autoridades para impor sua maneira de agir profundamente contrária à natureza e à moral religiosa da gigantesca maioria cristã. 


Esta imposição é feita ditatorialmente ao arrepio da consciência dos brasileiros lançando-os na terrível alternativa:




Obedecer a Deus Criador, a quem temos o dever supremo de obedecer e que tem todo o direito de ser obedecido, ou, por pressões e ameaças, desobedecê-Lo e, pelo contrário, obedecer à lei feita por pessoas que se consideram com poder para impor preceitos contra a Lei de Deus, portanto se colocam acima dEle! 


É este o grande dilema que nos está sendo imposto presentemente.
O cristianismo e até a lei natural nos impedem de aceitar esse pecado, embora tenhamos garantida pela Constituição a liberdade de praticar a religião.


Impondo-nos a aceitação da prática homossexual como coisa normal, estamos sendo agredidos no mais fundo de nosso ser.
Isso é perseguição religiosa!


Não podemos concordar com isso, pois
NINGUÉM PODE SER MAIS DO QUE DEUS! 


Fonte: Pense Nisso