quinta-feira, 26 de maio de 2016

Corpus Christi e o Pedido de Clareza

CORPUS CHRISTI
Tradição, Arte e Devoção em Itu



O tapete para a festividade de Corpus Christi confeccionado pela equipe do Blog Itu Resiste este ano teve como tema principal um pedido especial ao Sumo Pontífice.
Uma onde de dúvidas, de incertezas, surpresas e provações prova os católicos fiéis desde a eleição de Francisco.
Pedimos, baseados nas palavras do insigne líder católico, Plínio Corrêa de Oliveira, ao Papa algo fundamental para bem direcionar a Barca do Pedro: CLAREZA.

A seguir, dispomos na íntegra artigo da Folha de S. Paulo, em que Plínio trata sobre este importante aspecto da clareza.


Clareza
16 de agosto de 1978


Nestes dias, a atmosfera eleitoral satura de alto a baixo nosso panorama. No Brasil, bem entendido. E, com a morte de Paulo 6º , também na Igreja. Nossa pátria temporal e nossa pátria espiritual estão em fase de eleição.
Entre o pleito nacional e o augusto conclave que em breve se reunirá em Roma, as diversidades são imensas. O que decorre legitimamente da natureza das coisas.

Porém, se tantas são as diversidades entre uma e outra eleição, entre elas não faltam também pontos de afinidade. Destes, saliento um. Embora extrínseco a ambos os atos eleitorais, tal ponto de afinidade os condiciona em alguma medida. E a este título tem sua importância.

Tanto no que diz respeito ao conclave como às eleições brasileiras, noto que os comentários e os prognósticos dizem mais respeito às pessoas do que aos programas.

Nesta época em que o público tem tanta influência até mesmo nos círculos mais reservados – nesta época em que tanta gente confunde público com publicidade, e imagina candidamente que a face da publicidade exprime sempre a do público – nesta época, enfim, em que tantas vezes um público átono, adormecido, deixa correr os acontecimentos sem entender o clamor publicitário, nem a conduta dos homens públicos, frequentemente hiper-sensíveis a tal clamor, pergunto: será real que as multidões vêem e sentem as coisas como as apresentam tantos dos chamados meios de comunicação social?
 
No tocante ao Brasil, como a Igreja sou levado a responder pela negativa. Deixo aqui de lado o Brasil, pois assim o manda o amor à brevidade. E passo a falar da Igreja.

Da Igreja, sim, nestas vésperas de conclave.

Diante do caudal de nomes de candidatos ao papado, que lhe vão sendo apresentados, o povo não quer saber tanto qual o lugar de origem, a idade e a carreira eclesiástica, nem qual a fisionomia deles (fisionomia que cabe o mais das vezes, em uma das variantes em curso: jovial-risonha, caridosa-tristonha, desgrenhada-frenética, esta última ainda não em voga para cardeais). O que o povo quer saber se reduz a esta pergunta principal: Paulo 6º, anunciou que a Igreja estava sendo vítima de um misterioso "processo de autodemolição" (alocução de 7-12-68) e que nela penetrara a "fumaça de Satanás" (alocução de 29-6-72). O falecido pontífice – ante cujos restos mortais me inclino aqui com a devida veneração – partiu pois para a eternidade com a autodemolição em curso, e a fumaça de Satanás em expansão. O que pensará seu sucessor sobre a autodemolição e a fumaça? Como se conduzirá uma e outra?

Mil outras questões poderiam ser formuladas acerca do novo papa. Mas as que acabo de considerar primam sobre as demais. Pois quem navega numa barca em meio à pior fumaça, e em companhia de passageiros que vão desconjuntando o madeirame, se interessa de imediato e principalmente em saber o que vai ser feito a respeito da fumaça e dos demolidores da barca. Ora, a Santa Igreja de Deus é a admirável, a nobilíssima, eu quase diria a adorável Barca de Pedro. É natural que tais perguntas, se as formulem, nestes dias, também os passageiros desta Barca.

São incontáveis os católicos segundo os quais a fumaça e a autodemolição se identificam, a justo título, com duas grandes tendências existentes na Igreja de nossos dias. Uma destas tendências se desenvolve no plano teológico, filosófico e moral. É o progressismo.

A outra tendência se desenvolve no tríplice plano diplomático, social e econômico. Ela se chama, segundo o ângulo em que é considerada, aproximação com o Leste, aproximação com o socialismo e aproximação com o comunismo.

Se considerarmos que o progressismo é, por sua vez, uma aproximação com os mil aspectos do que se convencionou chamar "mentalidade moderna" (a qual é, até certo ponto, uma ficção a que poucos homens aderem inteiramente, muitos só aderem com restrições e em proporções acentuadamente variáveis, e que não poucos rejeitam), chegamos à conclusão de que o futuro papa terá seu pontificado essencialmente marcado pela atitude que tomar diante disto que podemos qualificar de dupla aproximação: a) a mundano-publicitária-progressista; b) a socialo-comunista.

Desculpe-me o leitor os neologismos. Talvez conviesse compô-los de outra maneira. Apresentam-se-me ao correr da pena, e me servem para exprimir fácil e rapidamente o que quero dizer. Poupam, assim, o tempo do leitor, como o meu. Em nossa época, a pressa obtém indulgência para muitas deselegâncias...

O que pensam dessas aproximações os múltiplos cardeais cujos nomes vão sendo lançados como "papabili"? Como vê cada um deles as correntes rumo às quais esses movimentos de aproximação os convidam? Como hidras que é preciso abater desde logo com o gládio de fogo do Espírito? Como adversárias inteligentes, dúcteis e talvez um pouco bobas, com as quais é possível conduzir lentas, cômodas e quiçá até cordiais negociações? Como parceiras, em uma coexistência ou mesmo colaboração perfeitamente aceitável, e por alguns lados até simpática? Estas são, entre mil, as perguntas que a maioria dos passageiros da sacrossanta Barca de Pedro gostariam de fazer a cada "papabile".

E para estas perguntas, que pairam no ar, o mais das vezes não vejo em torno de mim senão fragmentos de respostas, opacos, viscosos, totalmente insatisfatórios.

Ora, queiram ou não queiram, quando do alto da "loggia" de São Pedro for proclamado o nome do novo papa, e o consueto clamor de alegria se levantar da imensa praça circundada pelas colunatas berninianas, ao mesmo tempo uma muda mas ansiosa interrogação se apresentará aos espíritos. Será o novo sucessor de São Pedro, ante os promotores das aproximações, um batalhador, um negociador, ou um ajeitador?

E ele, em quem residirá o excelso poder das chaves, cujas decisões são soberanamente independentes dos juízos dos homens, mas cuja missão pastoral não o poderá deixar indiferente às aspirações e necessidades das ovelhas, se perguntará, na hora solene da sua aclamação: qual das três atitudes espera de mim este povo imenso?

Enquanto aguardamos, na prece ininterrupta, submissa e confiante, esse momento ápice do primeiro encontro estuante de júbilo e carregado de preocupações, resta-nos perguntar: o que deseja a grei fiel?

Vários, é bem claro, têm sua preferência definida por um papa que tome inteiramente esta ou aquela das atitudes, ante a dúplice aproximação. Classifico-me, todos o sabem, entre os que exultariam com a escolha de um papa combativo como São Gregório 7º ou São Pio 10º. Outros preferem nitidamente um papa "aproximacionista", como foi em seu tempo Pio 7º . E assim por diante.

Mas a imensa maioria dos fiéis, o que desejará ela?

À primeira vista, parece apática. Tal apatia será desinteresse? Não o creio.

O que será então? A meu ver, é a expressão do desconcerto respeitoso, e por isso mesmo silencioso, de quem não entende, não concorda e nem ousa discordar.

Essa imensa maioria, em cujo silêncio me parece discernir traços óbvios de fadiga, angústia e desânimo, deseja de imediato, e antes de tudo, clareza.

Sim, ela deseja, num silêncio que se vai tornando enfaticamente perplexo, saber sobretudo o que é esta fumaça, quais são os rótulos ideológicos e os instrumentos humanos que servem a Satanás como "sprays" de tal fumaça, no que consiste a demolição, e como explicar que esta demolição seja, estranhamente, uma autodemolição?

Não é o que o sr. gostaria de saber, leitor? A senhora, leitora? Pois eu também. E como nós, milhares, milhões, centenas de milhões de católicos.


E o que há de mais justo, de mais lógico, de mais filial e de mais nobre do que pedirem os filhos da luz àquele a quem foi dito: "Tu és pedra, e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja", pedirem-lhe clareza?


domingo, 24 de abril de 2016

Uma análise necessária

Uma nova igreja?

Marcos Luiz Garcia





O enfaramento com notícias escandalosas e sensacionalistas é um fenômeno muito comum que atinge todos nós.
Após uma dose contínua e prolongada dessa espécie de droga que é a sensação muito forte, as pessoas se desinteressam e passam a buscar outra coisa; é o fruto do desgaste. O afã desesperado das TVs para manterem audiência indica o quanto esse fenômeno lhes é danoso.

Alguém está fazendo este caminho paradigmaticamente, o qual vem desagradando parcelas cada vez mais amplas da opinião pública católica e impressionando-a cada vez menos. Além disso está despertando uma crescente reação: é o Papa Francisco com o seu estilo único.

 Na ponta de uma fila de mais de duzentos e sessenta Papas e quase dois mil anos de História da Igreja, surge um que em quase nada se parece e em quase tudo diverge da conduta dos anteriores. Inicialmente o seu pontificado despertou a esperança que seria bom, mas hoje a desesperança ganhou a frente em parcelas cada vez maiores do público católico.

Vai se tornando indiscutível seu apoio aos esquerdistas mais radicais e violentos como Stédile, os irmãos Castro, e o seu incentivo à revolução contra os proprietários. Ao contrário de Nossa Senhora de Fátima, ele não pede a conversão dos pecadores nem a penitência dos pecadores, mas lhes faz
entender que basta terem amor, sorrirem e tudo dará certo.  O mesmo acontece com relação aos hereges e membros de outras religiões. Todos se abraçando é o reino de Deus nesta terra.

Lendo o extraordinário livro Minha Vida Pública, compilação de notas biográficas de Plinio Corrêa de Oliveira publicado pela Editora Artpress em 2015, detectei um trecho nas páginas 200 e 201, no qual o líder católico descreve a doutrina modernista da Ação Católica, tal como ele a via em 1943. Parece feito para hoje:

“Os homens, no fundo, não são maus. Eles são maus porque os bons desconfiam deles. No dia em que o bom confiar no mau, o mau se converte e se torna bom. Com o mau a gente deve conduzir a política da mão estendida. Deixemos todos os homens fazerem o que quiserem, que tudo correrá bem”

“No livro Em Defesa da Ação Católica apontei esse erro fundamental como sendo o ponto de partida de um certo ecumenismo. O ecumenismo pressupõe que, estabelecendo-se relações amáveis, dulçurosas, com os hereges, com os cismáticos, a pessoa os acaba convertendo.

“O apostolado deveria ser, portanto, ecumênico: discussões jamais, polêmicas jamais; o sorriso seria o veículo natural da graça de Deus.
“E se uma pessoa, em vez de sorrir e de ser amável, discutisse com os que estão no erro, essa pessoa rejeitaria o ‘fiel do Cristo’ que quer vir ‘ao Cristo’.

“Era preciso, portanto, jamais dizer a alguém: ‘Você está no erro, você não pode pensar assim’. Ou: ‘Tal maneira de proceder é contra tal Mandamento da Lei de Deus’. Não! Sorrir! Somente sorrir”.

Impressiona enormemente a adequação desse texto à atuação do Papa Francisco.
A sequência da citação expressa ainda outro aspecto da questão, também muito coincidente com a “pastoral” que hoje se inculca.

”E então a atitude militante da Igreja não tinha mais razão de ser. A atitude da Igreja devia ser conciliante, própria a reconciliar e fazer com que as pessoas boas, as pessoas honestas vencessem sempre a batalha não combatendo. O resultado seria que, diante de tanto amor, tanto amor, tanto amor, a maldade humana não resistiria.
“Não havia, pois, razão para estar combatendo. A luta era uma coisa errada.”

É impressionante a coincidência também com a perseguição que sofrem todos os que obedecem a Deus cumprindo os Mandamentos e, em consciência, repudiam a generalizada insubmissão a eles.

Para abordar um tema atualíssimo que comprova nossa análise, vejamos o enfoque da teoria relativista do Cardeal Kasper, e adotada por Francisco na Amoris Laetitia, de que a Lei de Deus é uma coisa e a sua prática é outra. Esta tese aberra da lógica. Seria como afirmar ser o código de trânsito de uma megalópole apenas letra. Na prática, os motoristas podem fazer o que bem entenderem. Seria um desastre!



Alguém me dirá:
-- Você não pode criticar assim o Papa. Sendo ele quem é, a atitude que você toma é um desrespeito flagrante à autoridade dele. É preciso seguir tudo o que ele diz sem tergiversar.

Quem quer que conheça um pouco de Teologia ou de Direito Canônico sabe que o carisma da infalibilidade só ampara o Sumo Pontífice em certos atos do Magistério, praticados em condições muito definidas. E que a adesão devida aos seus ensinamentos doutrinários não infalíveis não importa em proibir os fiéis de discordar – com fundadas razões – de atos concretos praticados por um Papa.

Esta doutrina foi sustentada em data relativamente recente por um abalizado teólogo que depois se tornou Papa: Joseph Aloysius Ratzinger, ou seja, Papa Bento XVI. Disse ele:

“É possível e até necessário criticar os pronunciamentos do papa, se não estiverem suficientemente baseados na Escritura e no Credo, ou seja, na fé da Igreja universal. Onde não houver, nem a unanimidade da Igreja universal, nem o claro testemunho das fontes, não pode também haver uma definição que obrigue a crer. Faltando as condições, poder-se-á também suspeitar da legitimidade de um pronunciamento papal” (Joseph Ratzinger, Das Neue Volk Gottes – Enwürfe zur Ekkleseologie, Düsseldorf: Patmos-Verlag, 1969, trad. br. por Clemente Raphael Mahl:O Novo Povo de Deus, Paulinas, São Paulo, 1974, p. 140).


A cada dia que passa ficamos atônitos e nos perguntamos: Estaremos em presença de uma nova doutrina? De uma nova igreja? Tal a quantidade de dissonâncias com o Magistério da Santa Igreja, não só em seus documentos escritos, como também na doutrina subjacente à sua práxis inovadora que a pergunta se põe. 

Realidade que está sendo percebida com perplexidade pelos católicos do mundo inteiro numa proporção que vai aumentando dia a dia.


sexta-feira, 22 de abril de 2016

Maduro sai em defesa de Dilma após pedir às venezuelanas se pentearem com os dedos | IPCO

Maduro sai em defesa de Dilma após pedir às venezuelanas se pentearem com os dedos | IPCO: Nicolás Maduro, presidente da Venezuela, se apressou a manifestar solidariedade à sua colega Dilma Rousseff, que desde domingo 17 de abril está em processo de impeachment aberto pela Câmara dos Deputados com maioria de dois terços como prescreve a Constituição. Segundo “La Nación” de Buenos Aires, enquanto o povo brasileiro comemorava o “impeachment” nas ruas, Maduro garantia que a “direita” na América latina está tentando desconhecer a soberania da região.

domingo, 13 de março de 2016

Manifestações 13/03/16

Nossa Senhora Aparecida Reinou na Manifestação Anticomunista de Itu




O Brasil viveu neste domingo, dia 13 de Março de 2016, um momento verdadeiramente histórico em sua resistência à implantação do comunismo em seu solo. Gigantescas manifestações tomaram conta das principais capitais e cidades do interior, com plena e firme adesão da maioria esmagadora da população.
Em Itu não poderia ser diferente.
Apesar de contagens oficiais ainda não terem sido publicadas, sabemos que a praça central da cidade foi completamente tomada de manifestantes, que ao som do Hino Nacional e tons de verde e amarelo, foi o ponto de concentração do que imaginamos ter sido a maior manifestação da história da cidade.
Amigos do blog Itu Resiste e da Liga do Santo Rosário se fizeram presentes no ato.

O sr. Antonio Schanoski, com a imagem de Nossa Senhora Aparecida, tomou a palavra antes do início da marcha, conclamando os presentes a resistir contra o comunismo ateu, dando vivas à Nossa Senhora. Os participantes rezaram juntos as orações do Pai Nosso e da Ave-Maria, algo que impressionou os jornalistas presentes.
Tomando a frente da marcha, logo atrás de uma grande bandeira do Brasil segurada em sua maioria por crianças, a imagem de nossa Excelsa Rainha foi ovacionada pelos presentes.

Na frente da Câmara Municipal, outra vez foi cantado o Hino Nacional, tendo a Imagem tomado posição de destaque nas escadarias.

Simpatizantes da restauração da monarquia também estiveram entre os presentes.

A Polícia Militar, gentilmente ofereceu todo o suporte necessário para o desenvolvimento da manifestação, contando com a simpatia dos presentes.

Que a Virgem Santíssima olhe pelo nosso Brasil, o coloque nos trilhos da moralidade, e afaste de nós o lobo vermelho, a jararaca comunista, esmagando sua cabeça.









domingo, 17 de janeiro de 2016

A MARCHA DO FIASCO - Satanistas com medo , deixaram de realizar evento.

MARCHA PARA SATANÁS EM ITU
Um fracasso ainda maior do que a Parada Lgbt





Um velho ditado popular, pitoresco, porém verdadeiro, se fez cumprir nesta tarde de domingo em nossa querida Itu: CÃO QUE LADRA, NÃO MORDE.
Um grande alvoroço tomou conta das redes sociais, ao ser marcado o evento da Marcha para Satanás para hoje, porém NINGUÉM COMPARECEU, isso mesmo, foi o fiasco do ano, ainda maior do que as paradas Lgbt, que reúnem um grupelho baderneiro, sem nenhum apoio da administração municipal: sequer banheiros químicos lhe são concedidos!

Sem dúvida, uma grande vitória , pois os poucos que se propuseram a participar da marcha, sentiram o enorme peso da sociedade ituana, enormemente desfavorável ao evento, e também o peso da oração que todos realizaram, em especial os adeptos da Liga do Santo Rosário e da Aliança de Misericórdia, que gentilmente nos deixaram a par de suas frentes de oração.

Que Nossa Senhora da Candelária, padroeira de Itu, cuja festa comemoraremos no próximo mês, continue a interceder pela gente ituana, afim de que mantenhamos acessa a Luz da Fé em nossas famílias.
Mas não nos esqueçamos, de que apesar de nada ter ocorrido desta vez, o Cão continua a nos rodear como um leão, esperando o momento de nos fazer cair.

São Miguel Arcanjo, rogai por nós.

MARCHA PARA SATANÁS

Grupelho de satanistas pretende realizar
“Marcha para Satanás” na Roma Brasileira




Neste domingo, dia 17 de janeiro, em diversos cidades brasileiras, grupos de ateus pretendem realizar “marchas para Satanás” , apesar da aparente ironia - pois estes ateus pretendem com o nome da marcha provocar as bancadas  Católicas e evangélicas na política nacional, exigindo liberdade para o aborto e as práticas homossexuais entre outras absurdos – diversos participantes pretendem levar às ruas bandeiras negras com o pentagrama, fantasias diabólicas e pedidos de suicídio para alguns políticos conservadores.

Em Itu, um grupelho formado quase em sua totalidade por pessoas que não são de nossa cidade, pretende realizar uma marcha que irá da Praça Conde de Parnaíba até a Praça da Independência , em frente a Igreja do Carmo, tendo como conclusão na Fonte, um ritual circense de “desbatismo”, no qual os interessados terão simbolicamente as sacrossantas águas do batismo “secadas” de suas frontes por um secador de cabelos, enquanto renegam em voz alta sua antiga Fé em Nosso Senhor Jesus Cristo.


Esta afronta à Deus em plena Roma Brasileira não poderia ser deixada de lado.



A Liga do Santo Rosário, o movimento Itu Pede Socorro à Nossa Senhora, a Aliança de Misericórdia e os católicos em geral, estão promovendo orações em desagravo e reparação a esta grave ofensa.

Pedimos que no período das 16 às 18 horas, os católicos façam orações contra esta invocação explícita ao demônio, como o Santo Rosário, o Exorcismo de São Miguel Arcanjo ou suas orações de costume.

Repudiamos esta Marcha, bem como repudiamos a presença de pessoas alheias à nossa cidade que pretendem desfigurar nossa imagem de povo cristão, devoto da Virgem Maria.



Itu é Terra de Maria.
Itu é a Roma Brasileira.

FORA SATANISTAS DE NOSSA CIDADE!


São Miguel Arcanjo, rogai por nós.